Em relutância, admito sentir tua falta; com orgulho.
Mas há controvérsias. Pois sei bem, que não deveria; tenho razão.
Em devaneios infantis, penso em te procurar; é loucura.
Sabemos nós, que este silêncio a dois aflige corações; banhado em orgulho.
Em frenesi, tomo tua imagem em forma de lembrança como consolo; teus olhos.
Confusa, digo outra vez que gosto de ti; teimosia.
Em saudade, te escrevo rabiscos sem esperança; com orgulho.
Mas há controvérsias. Pois sabes tu, que eu não deveria; tens razão.
Em consenso, acredito nessa nossa loucura afetiva; alimento-a!
Abatida, me perco constantemente na tua confusão sentimental; com as palavras.
Em verdade, digo que não cedo se tu não o fizeres também; ilusão.
Com sentimentalismo ludibriado, insisto que vejas a verdade de tua alma; que anseia constante pelo calor da minha, com amor.
Por orgulho, retiro tudo o que disse aqui; já é tarde.-







