domingo, 28 de novembro de 2010

liberdade,

Eu queria sair por aí, sem rumo e sem volta prevista.
E nos variados caminhos a vista, queria voar por aí, nesse céu gigantesco e convidativo, me perdendo nas nuvens de algodão . Ah, como eu queria..
Sentir a brisa suave lá de cima, e olhar a cidade lá em baixo, que chora.

E a liberdade gritaria no peito. Sim, eu queria.

Queria correr por um campo de girassóis grandiosos por sua beleza num dia de sol, dançaria entre eles leve como uma pluma.

E a liberdade queimaria viva no peito..

Queria sair correndo como louca pelas ruas, “mulambenta” sem me preocupar com o que diriam, feito criança feliz. E não teria medo, não sentiria nada além da inocência e da pureza infantil. Ah, como eu queria ser feliz assim.
E em um belo dia de chuva, queria mesmo é me molhar. Sentiria os pingos de esperança no rosto, e ia sorrir com isso, fecharia os olhos e abriria as asas, seria assim, parte dela, parte da chuva que lavaria a cidade que chora hoje no caos.  E levaria com a chuva toda tristeza, e traria depois, a esperança no mais belo arco-íris.

Ah sim, como eu queria ...
Como eu queria viver.




sexta-feira, 26 de novembro de 2010

um pouco egoísta,

Se te querer só para mim for egoísmo, eu sou egoísta.
Se desejar, passar todos os minutos de todas as horas ao seu lado for egoísmo, eu sou egoísta.
Se desejar também, que não vá embora nunca, for egoísmo, então eu sou egoísta. E se desejar, que só pense em mim quando lembrares de amor for egoísmo, serei eu mais egoísta.
Se desejar ainda, ser eu, teu único e grande amor for egoísmo, sou a maior dos egoístas. Mas se, não passares também de outro egoísta como eu, e não me quiser como te quero, te deixarei partir então, para que sejas feliz porque, ao contrário de tudo, esse não seria egoísmo, e sim AMOR.