(...) Mas ela gosta de colecionar segredos. Coisas grandes, que ela guarda dentro de uma caixinha. É doce, doce, extremamente doce, tão doce. E ela fica ali, mastigando alegrias...
; Caio Fernando Abreu
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Eu sou uma alma perdida diante multidões.
Alma solitária entre tantos corações.
Alma pura e singela cuja beleza doce transborda.
Vive à procura, nas esquinas e ruas escuras,
da luz que guie seu caminho e do olhar que arrebate o seu.
- Não escrevo por achar bonitinho ou, queira conquistar meia dúzia de pessoas com ideais e sentimentos próprios, até insignificantes para alguns. Mas, escrevo sim, por gostar, por querer e me fascinar com tal ato. Além disso, escrevo também porque Preciso, desejo.
Preciso porque escrevendo parto em uma busca insaciável ao desconhecido, procurando qualquer caminho ou fragmentos meus perdidos por aí, que me indiquem a direção certa, procurando me encontrar nas entrelinhas tortas da vida.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
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Não se preocupe, não vou tomar nenhuma medida drástica, a não ser continuar, tem coisa mais auto destrutiva do que insistir sem fé nenhuma? Ah, passa devagar a tua mão na minha cabeça, toca meu coração com teus dedos frios, eu tive tanto amor um dia.
Eu amo a minha liberdade, amo a honestidade das pessoas, não a considero uma virtude, mas sim, um compromisso. Gosto de ter amigos, ainda que poucos, porém pessoas raras, incomuns, loucas de preferência (...) Acredito no amor universal e nas pessoas que o exercitam, as demais ignoro e lamento!